Oiço um sino tocando na noite, em surdina visível ao meu olhar. Ensopa-me os ossos, rompendo leves tristezas ausentes no ar, saudades do que é amar.
Em concha se abre o meu dia, regozijando a noite ter quebrado. Crepita na minha carne, acordando dormente sentimento pesado, como uma bela música de fado.
Porque razão devo acordar? Dormindo sou o que devo ser. Sopra-me na alma, mostrando a vaga ideia que penso ter, algum dia me venha a conhecer.
ontem tavas nu hi5 e no msn nao pk?
tarolo pah =P